terça-feira, 29 de novembro de 2011

Fim de novembro, mas começo de novas coisas...


Vamos chegando ao final de novembro com muitas vitórias.  Deus continua o mesmo e em Sua fidelidade nos tem livrado de todo o mal e nos conduzido em triunfo.
Em dezembro, viveremos o nosso último mês na Ásia, mas já estamos na expectativa de coisas novas e um novo ministério segundo a vontade do Pai.
Um abração pra todos que continuam a orar por nós e nos aguardam com ansiedade no coração.
God bless you all...



domingo, 27 de novembro de 2011

Viciado ou Idiota???

 Um britânico que vive em Stockport, uma cidade na Grande Manchester, afirmou que é viciado em Coca-Cola Diet. “Mas, defina vício”, pode pedir você, caro leitor.
Aos incrédulos, digo, Darren Jones, de 38 anos, bebe 18 latinhas do refrigerante por dia! Isso equivale a 42 litros de Coca-Cola Diet goela adentro por semana, a um custo de cerca de R$ 8.700 por ano.
Jones não passa 24 horas sem dar um gole no refrigerante. Ele afirma que seu vício vem piorando tanto que ele não consegue sair de casa sem uma latinha nas mãos.
O britânico reconhece que nos últimos dez anos deve ter bebido umas 65.700 latinhas. Ele afirma não sentir qualquer problema de saúde, apesar de ser obeso.
O diretor adjunto do sistema de saúde pública de Stockport afirmou que a Coca-Cola Diet contém edulcorantes artificiais e cafeína que causam problemas no organismo se ingeridos em excesso, como é o caso de Jones.
*Com informações do Daily Mail

sábado, 26 de novembro de 2011

Meus preconceitos contra o óbvio e ignorante


Sinceramente, tenho meus preconceitos contra algumas palavras que revelam o caráter e, muitas vezes, a ignorância de quem fala.  É duro, mas tenho que ouvir e fazer de conta que gostei.  Eis algumas:
1) Tipo... - essa demonstra a falta de leitura de quem fala, mostrando também que tal pessoa não sabe redigir um texto.  Claro, quem não lê não sabe escrever.
2) Super... - típico das modelos bur... ops, daquelas que se acham bonitas sem muita coisa na cabeça.  Quando alguém fala que "isto é super-fashion, super-bonito, super-atual, super...", na minha cabeça tudo se traduz por SUPER-BOBEIRA.
3) é assim, ó... - Ouvir isso fecha o meu coração, porque parece que a pessoa quer me enganar - embora saiba que não é verdade.  Mas, de tanto ouvir essas palavras saindo de quem não me parecia muito inteligente...
4) só... - essa é o fim da picada - literalmente.  Típica de viciados, é preciso estar na "nóia" para ficar falando uma palavra dessa o tempo todo como resposta para tudo.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

sábado, 19 de novembro de 2011

5 anos sem o Edgard


Hoje, 19 de novembro, faz 5 anos da morte do Edgard Brito, missionário brasileiro morto em Timor Leste.  Até hoje, nada foi feito para punir o assassino, ou se foi feito alguma investigação – provavelmente, sim -, não resultou em nada, porque ninguém foi punido e a justiça parece não ter sido feita.  Mas, Deus, o reto juiz, sabe o que fazer com quem praticou tamanha atrocidade e esperamos nEle para fazer a justiça tão precisa.
Independentemente de a punição acontecer ou não, neste dia quero lembrar do amigo que tanto impacto nos causou – a mim e à Cátia.   Tivemos bons momentos quando ainda morávamos na Estrada de Bebonuk.  Edgard, que gostava muito de coca-cola, sempre nos visitava e havia muita intimidade e confiança entre nós.  Ele estava do meu lado, sentado em um banco no Hospital, quando a Cátia teve a confirmação que estava grávida da Catarina e ele foi o primeiro a nos cumprimentar.
Sempre compartilhávamos a visão do trabalho com os timorenses e tivemos boas conversas sobre teologia, missões, Igreja e igrejas e, como não poderia deixar de ser, sobre namorada e casamento.  Apaixonado por alguém, Edgard se foi sem realizar o sonho do casamento, mas muitas outras coisas ele realizou em tão pouco tempo no Timor – menos de dois anos. 
Com a crise de 2006, Edgard estava sempre na “frente de batalha”, fotografando as casas e carros queimados e, com muita coragem, gostava de ver as coisas “in loco”.  Ainda no dia 2 de novembro desse mesmo ano, estivemos juntos, eu e ele, no Cemitério de Sta Cruz, para visitar e conhecer mais o povo timorense no “dia de finados”.  Quando nos encontramos lá, havia muitos policiais em volta do cemitério e foi aí que o Edgard falou-me que haviam marcado uma briga naquela área para aquele dia – ele não havia falado antes, segundo ele, para não me atemorizar.  Naquele tempo, a tensão estava em alta e o stress era constante, mas o Edgard “brincava” com tudo isso e não deixava que o medo tomasse conta do coração.
Conhecido por muitos como o “Caio Fábio do Timor”, Edgard estava sempre pregando sobre a Graça de Deus, e tendo sempre uma palavra de esperança, cria que tudo iria melhorar.  Conversar com ele era se edificar, se esclarecer, falar e ouvir, porque o Edgard tinha muito a ensinar.
Trabalhava muito, apesar das muitas dificuldades, principalmente na área de sustento financeiro.  Sua igreja e alguns amigos do Brasil gastaram mais com ele depois de morto do que quando em vida.  Também participamos dessa sua luta e víamos a dificuldade em levar os Projetos adiante com um sustento tão minguado.  Alguns dias antes de sua morte, Edgard conseguiu ganhar uma moto de uma igreja dos EUA, mas não a usou muito porque logo nos deixou.
Não quero lembrar muito da imagem que vi naquele domingo, 19 de novembro de 2006.  A covardia e a insanidade de alguém louco e tomado pelo ódio não merecem meus pensamentos, nem a ignorância e a fragilidade indesculpáveis daqueles que não se importaram muito com sua morte.  Mas, vale à pena pensar nas palavras de alguns timorenses que falavam: “coitadinho do brasileiro, coitadinho do Edgard”.  Vale à pena pensar que tantos jovens choraram sua morte e sua ausência.  Vale à pena pensar que ele está fazendo falta, porque deixou um legado para tantas pessoas, principalmente os jovens do Orfanato que ele ajudou a cuidar.
Edgard se foi deixando muitos amigos e uma imensa saudade de alguém que amava demais a Jesus e queria fazê-lo conhecido para cada timorense.  Trabalhando com pessoas de outras nacionalidades (por questões óbvias, não revelo como), Edgard pregou e ensinou até o último momento de sua vida e nos deixou uma pergunta: Por quê?  Mas, conhecendo o Deus de toda Graça e de toda a compaixão, mesmo não entendendo, cremos que os propósitos do Senhor para ele eram muito mais elevados do que podemos imaginar.  Confesso que não entendo o porquê, mas creio que o Deus de Edgard, o nosso Deus, tinha algo de muito especial para ele – como tem algo muito especial para todos nós.
Saudade, Edgard!!!  Até um dia...

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

EU AJUDEI A DESTRUIR O RIO


Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília, critica o "cinismo" dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas. Guedes desafia a todos que "tanto se drogaram nas últimas décadas que venham a público assumir:

É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas.

Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente.

Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon.

Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas
chefias e diretorias.

Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente
intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco.

Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de
serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira, por extensão.

Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato.

Festa sem cocaína era festa careta.

As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a
necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto.

Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas.

Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes
rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade.

Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é, digamos assim, tolerado.

São doentes os que consomem. Não sabem o que fazem. Não têm controle sobre seus atos. Destroem
famílias, arrasam lares, destroçam futuros.

Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir:

"Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro."
Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.
O ótimo texto fala da triste realidade do Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa (?).  Concordando ou não, o certo é que a solução está em Jesus e quem quiser a verdadeira vida basta crer em Jesus como Senhor e segui-Lo até o fim.  Libertação... só em Jesus!!!

sábado, 12 de novembro de 2011

Inveja mata!!!


"Música, agitação e tombo no meio de um culto religioso" é o que Paulo Henrique Amorim, apresentador do "Domingo Espetacular", anuncia como destaque da edição deste domingo (13) do jornalístico da Record.

A reportagem vai abordar o tema "cair no espírito", prática usual nas igrejas evangélicas petencostais. Na crença praticada por essas denominações, os fiéis ficam como em estado de transe e podem manifestar o recebimento do Espírito Santo de diversas maneiras, entre elas caindo no chão.

O Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus e dono da Record, já se posicionou publicamente contra essa prática. Em setembro, Macedo e outros pastores da Universal utilizaram os veículos de comunicação da igreja para criticarem a Igreja Assembléia de Deus e Ana Paula Valadão, líder do grupo musical Diante do Trono.

Primeiramente em seu blog, Macedo comparou os cultos da Assembléia de Deus a celebrações de terreiros de macumba. Em resposta, também em seu blog, o pastor Marcos Feliciano, da Assembléia de Deus, negou qualquer semelhança: “A diferença é que aqui tudo é original, lá no terreiro de macumba, é imitação barata”, afirmou.

Depois, Ana Paula Valadão foi ironizada por pastores da IURD TV. Eles utilizaram vídeos de um culto em que um pastor finlandês colocou as mãos sobre Ana, fazendo a cantora cair no chão. O culto ocorreu na Igreja Batista da Lagoinha, onde Ana também é pastora.

Os pastores da Universal criticaram mais uma vez a prática de "cair no espírito" e chegaram a afirmar que Ana Paula estava "endemoniada". No rádio, poucos dias antes, Edir Macedo disse que 99% dos cantores gospel são ’endemoniados’ e ’perturbados’.

Por meio do Twitter, a cantora rebateu as acusações: "Interessante ser criticada por me render de corpo e alma em adoração na presença de Deus... até me regozijo por isso; não me deixarei intimidar", postou.

A reportagem do "Domingo Espetacular" vai citar mais uma vez Ana Paula Valadão. Com isso, será a terceira vez que Edir Macedo usará veículos da Universal para atacar a cantora.

Junto com artistas como Aline Barros, Caciane, Fernanda Brum e Ludmila Ferber, Ana Paula é um dos maiores sucessos da música evangélica no Brasil. Seu grupo, o Diante do Trono, é o maior vendedor de música gospel da Som Livre - braço fonográfico das Organizações Globo.

"Eles" poderiam se preocupar mais em ensinar a Bíblia para o povo, em vez de ficar atacando quem está fazendo a obra de Deus.  Quem se preocupa com o próprio reino - e o "deles" é bem fraquinho, embora queiram parecer grande - tem mais é que criticar quem trabalho pelo REINO DE DEUS (muito diferente do "deles").  Quem não tem Palavra - e "eles" não tem - tenta criticar quem sabe pregar e ensinar a Bíblia para  o povo.
Record... bléééhhhhhhhhh!!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Stryper - Calling On You (legendado)

Como estou sem nenhuma inspiração para escrever algo que vá edificar vocês, prefiro postar a música do Stryper - com uma letra que fala algo de bom pra o coração.
Esperando algumas coisas acontecerem - até as passagens, rsrsrs - e vivendo os últimos na nossa Missão na Ásia, gostaríamos que tudo fosse mais tranquilo - mas, não é.  As coisas são como são e pronto.
Abração...

domingo, 6 de novembro de 2011

Miss Venezuela, Miss Mundo. De novo???

A venezuelana Ivian Sarcos, de 21 anos, conquistou neste domingo (6) o título de Miss Mundo na 60ª edição do concurso de beleza, realizada em Londres.
A Miss Argentina Antonella Kruger, a Miss Brasil Juceila Bueno, a Miss Chile Gabriela Pulgar Luco, a Miss Venezuela Ivian Sarcos, a Miss Colômbia Monica Restrepo e a Miss Porto Rico Amanda Perez posam para fotografia em frente ao Big Ben, em Londres, no dia 31 de outubro (Foto: Suzanne Plunkett/Reuters)
Fala a verdade, a Cátia Rocha merecia estar lá ou não?  Eu não entendo o porquê da minha mulher não participar de tais concursos.  É... talvez seja porquê seria muito fácil ganhar.  

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Apesar de tudo, nossa missão é Abençoar!!!!

É verdade que estamos vivendo dias difíceis, mas temos de abençoar.  Mesmo na doença, com as filhas enfermas ou nós mesmos com muitas dores, estamos na batalha - vamos aos cultos e abençoamos, de alguma forma, as pessoas.  Apesar das perseguições, incredulidade e das zombarias que sofremos a cada dia, abençoamos o povo com o qual viemos trabalhar.
Vivendo dias onde no nosso país as pessoas querem, cada vez mais, a pena de morte e se cansaram, há muitos anos e há muitos Governos, do Sistema de Saúde, temos de abençoar os que sofrem e precisam de esperança.  Apesar de todas as mentiras dos políticos (e acabei de ouvir alguém dizendo que
"é mais fácil entrar um rico pelo buraco da agulha do que um político no Reino dos Céus"), temos de 
abençoar, falando a verdade de Jesus e mostrando o Caminho que leva até Deus.
Se somos filhos de Deus e se somos Igreja, temos de ter uma palavra diferente - não concordando com as mentiras e 

não se deixando levar pelos enganos de qualquer "igreja", qualquer canal de televisão, qualquer "media", qualquer "pregador" -, para que a glória de Cristo encha a terra através da Igreja e os povos
 vejam a salvação do Eterno Deus.

Sei que às vezes é difícil abençoar, mas a nossa Missão nesta terra é esta: "Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem" (Gn 12.3).
Abração e um ótimo dia...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Não votei no Lula, mas não quero o SUS para ele


Quem faz campanha para o ex-presidente Lula se tratar pelo SUS está querendo a morte para ele.  Para muitos, é uma mera brincadeira - mas, de mau gosto -, para outros ainda é um desabafo contra a Saúde Pública no Brasil - aquela dos pobres, para morrer mais rápido.  Com câncer não se brinca, mas se chora e, principalmente, se trata.
Não concordo com muitos dos atos do ex-presidente, nem com muitas coisas que ele falou e ainda fala.  Muitas vezes, mentiu e se aliou a "Deus e o Capeta" pelos seus fins eleitoreiros.  Aliás, foi assim que consegui, pela 3a. vez, a vitória nas Presidenciais de 2002.
 Ele nunca quis admitir a continuidade da política financeira dos tucanos, o que trouxe ótimos dividendos para o seu governo e para o PT.  Nunca admitiu saber do Mensalão, nem tomou grandes atitudes para consertar os atos de corrupção de seu governo, que, aliás, continuam até hoje no Governo Dilma - do qual continua sendo o padrinho.
Apesar de tudo isso, não desejo a morte do ex-presidente.  Desejo a cura para ele e, muito mais, sua conversão a Jesus Cristo.  Que ele possa reconhecer que a solução para a humanidade que ele, de tantas maneiras - não importa se certo ou não - tenta ajudar, está na Palavra de Deus.  A resposta para a humanidade é seguir o Senhorio de Cristo e desfrutar do melhor que Deus tem preparado para homens e mulheres da Terra.
Desejar o SUS para o ex-presidente é desejar a morte para ele e isto eu, como cristão, não quero.  Também não quero a praga do câncer para mim, nem para ninguém de minha família.  Mesmo assim, há quase 3 anos, sepultei minha irmã, filha de meu pai e de minha mãe, que morreu dessa praga - jovem e com 3 filhos pequenos.  Não quero o mal para ninguém e o melhor que podemos fazer pelo ex-presidente é orar e  desejar Jesus Cristo em seu coração.
Força, Lula.  Se apegue com Deus e creia em Jesus como o teu Senhor - tudo o mais, Ele fará.
Abração pra o povo de Deus...